Como diminuir a solidão

Arnaldo Niskier - 2026-06-12

Novos produtos de inteligência artificial podem diminuir a solidão e fortalecer a cognição de pacientes. Isso ajuda pessoas com crise de demência.  Já foi verificado com pessoas com o diagnóstico da doença de Alzheimer. Essas conversas podem melhorar os sintomas de demência.

É uma incógnita se a inteligência artificial generativa ainda vai ceifar empregos na indústria de games brasileira. A questão é saber se o mercado está preparado.

Há ameaças da IA à sociedade. A maioria dos médicos acreditava que a cólera era transmitida pelo ar. Esse foi um ponto de virada na história da medicina moderna que evitou milhões de mortes por doenças transmitidas pela água. Algoritmos são muito superiores aos humanos em identificar padrões em milhares de dados. Quando vier a próxima pandemia, a IA  poderá detectá-la antes de nós?

Poderemos entender com rapidez as novas técnicas cirúrgicas?Haverá avanços sem precedentes? A IA terá acesso a pessoas que vivem em regiões remotas ou em regiões economicamente desfavorecidas?

No contexto dos avanços da IA, como poderemos garantir que os algoritmos usados na saúde sejam éticos, transparentes e não reforcem preconceitos existentes?

Isso deu no jornal &ldquoThe New York Times&rdquo: &ldquoSophie, uma extrovertida durona de 29 anos, praticamente sem problemas, que abraçava ferozmente a vida, se matou durante uma doença curta e curiosa, com sintomas de alteração de humor, para a qual afirma ainda se buscava um diagnóstico. &ldquoSeu suicido é um mistério, fruto provável de uma desregulação hormonal. Ela não esperou para descobrir a verdadeira causa. São os mistérios da IA.

Sophie deixou uma carta para esconder o pior, de fingir que estava melhor do que realmente estava. O seu terapeuta não teve culpa da sua infeliz conclusão. Não teve coragem de enfrentar o que representou a sua fala ao ChatGPT, afirmando que queria tirar a própria vida. E acabou concluindo o que desejava.