Crônica: Futuro da IA pode curar o câncer
Arnaldo Niskier - 2026-05-15
Um dos setores que mais se beneficia da inteligência artificial é, sem dúvida, a Medicina. Um especialista da Anthropic falou das  suas curas de câncer e Alzheimer. O uso de chatbots de diagnóstico de saúde como uma espécie de segunda opinião médica já é uma realidade. Não é substituto do trabalho humano, pois isso não teria sentido. Doenças difíceis, como  metabólicas podem ser curadas com a a aplicação da IA. Hoje, a startup  está avaliada em 183 bilhões de dólares e tem 300 mil clientes corporativos. A tendência é de que o setor se desenvolva ainda mais rapidamente.
 
Quem estuda a inteligência artificial reconhece que ela ajuda o governo a reduzir gastos e aumentar o seu controle. A economia obtida com a digitalização permite investimentos em obras paradas, como a do Museu da Imagem e do Som. São ferramentas para verificar se as empresas atendem a política de compliance do estado. A tecnologia vem sendo de grande utilidade para a modernização da economia do Rio de Janeiro.
 
O governo tem feito uma economia muito grande, sempre em diálogo com  as pastas. Tem sido feita uma economia de 100 milhões em dois anos, com o Estado utilizando suas possibilidades de administração inteligente. No caso do Rio, além do Museu da Imagem e do Som tem também as obras da estação do Metrô da Gávea, que estava sem investimentos há 10 anos. O Metrô será entregue, concluído, no ano de 2028. O Poder público precisa de planejamento a longo prazo e adotando recursos da moderna tecnologia. A revolução 4.0 é uma realidade.
 
O nosso capital intelectual precisa estar conectado ao setor produtivo, além de garantir infraestrutura para a transformação digital, inclusive, quando for necessário por meio de consórcios  transnacionais.
A maioria dos brasileiros não usa IAs como a ChatGPT e outros serviços. Dados pesquisados indicam que elas utilizam a IA, mas de forma passiva, com as ferramentas existentes de forma embutida. Se todo modo, a IA está presente em boa parte do seu cotidiano. Cerca  de 32% afirmaram que a tecnologia está muito presente, o que já é um dado bastante positivo.